quarta-feira, 30 de maio de 2012

segunda-feira, 28 de maio de 2012

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Poeta das ruas de Sampa

Achei o Raimundo Sobrinho aí pela vida. Clique no botão like para receber as atualizações da fan page do poeta no seu feed de notícias.
Aqui o link da página -> Raimundo Arruda Sobrinho

quarta-feira, 23 de maio de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

NÍQUEL NÁUSEA



Fonte: Folha de S. Paulo, 2.V.12 e 18.V.12 - p/Fernando Gonsales

quinta-feira, 17 de maio de 2012

terça-feira, 8 de maio de 2012

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Charge do dia


Fonte: Folha de S. Paulo, 7.V.12 - p/Benett

sexta-feira, 4 de maio de 2012

quarta-feira, 2 de maio de 2012


Com US$ 120 milhões, quadro 'O Grito' quebra recorde em leilão

Obra de Edvard Munch foi leiloada nesta quarta-feira (2), em Nova York
Valor supera os US$ 106 milhões de quadro de Picasso em leilão de 2010

Do G1 em SP, com agências internacionais
9 comentários
O grito (Foto: Divulgação) 
O grito (Foto: Divulgação)

Com US$ 119,9 milhões, a obra "O Grito", de Edvard Munch (1863-1944), tornou-se a pintura mais cara da história a ser vendida em um leilão, nesta quarta-feira (2), caso se cumpram as previsões de que o quadro arrecade até 150 milhões de dólares.

Em um texto publicado em seu perfil no Facebook, a Sotheby's - casa onde aconteceu o leilão, em Nova York - conta que houve uma "disputa" pela compra do quadro. "Sete candidatos lutaram por mais de 12 minutos antes de o martelo descer e estabelecer o novo recorde mundial",  diz a nota.

Antes do leilão, estimava-se que a pintura, uma das quatro versões produzidas pelo artista escandinavo e a única de propriedade privada, pudesse alcançar US$ 80 milhões.

Embora não tenha atingido as previsões mais otimistas, que batiam na casa dos US$ 150 milhões, "O Grito" chegou a valor suficiente para se colocar à frente do quadro "Nu, folhas verdes e busto", de Pablo Picasso, vendido por 106,5 milhões de dólares em 2010.

Antes do leilão, a Sotheby's foi longe para proteger a pintura. Ela ficou sob vigilância 24 horas por dia na sede da instituição, em Nova York, onde fica abrigada em uma minigaleria especialmente construída para isso, atrás de cercas elétricas.

Duas das quatro telas "O Grito" foram roubadas de museus, em 1994 e 2004, mas ambas foram recuperadas depois. O proprietário do exemplar vendido nesta quarta era Petter Olsen, cujo pai foi amigo e vizinho de Munch. Ele afirmou que, com o dinheiro conseguido com essa sua versão, de 1895, planeja fundar um museu.

Antes da venda, a Sotheby's disse ter feito as estimativas de modo intuitivo."Parece que US$ 100 milhões pode funcionar como uma barreira", disse David Norman, copresidente na instituição para arte moderna e impressionista.

Fonte: g1.globo.com/pop-arte/notícia, 2.V.12

CHICLETE COM BANANA e charge



Fonte: Folha de S. Paulo, 2.V.12 - p/Angeli

terça-feira, 1 de maio de 2012

MUNDO MONSTRO


Fonte: Folha de S. Paulo, 1.V.12 - p/Adão

Vitrines da memória

Orhan Pamuk inaugura em Istambul museu baseado em seu primeiro romance após Nobel 
 

Imagem do Museu da Inocência, inspirado no romance homônimo 


Se parece difícil enfrentar as quase 600 páginas de "O Museu da Inocência", um romance sobre um homem que fica obcecado por sua amante e começa a juntar traços físicos do relacionamento para com eles montar um museu, não desista ainda da obra de Orhan Pamuk, 59.

 Foi inaugurada em Istambul, no sábado, uma alternativa à leitura, do tamanho de uma casa de três andares: o próprio Museu da Inocência, em concreto e tijolo.

"Não é preciso ler o livro para visitar o museu", disse o escritor turco, ganhador do prêmio Nobel, na inauguração. "Eles são duas formas de contar a mesma história."

Assim como o livro, o museu tem 83 "capítulos". Cada um deles é uma vitrine com temas ao estilo de uma "tabela anatômica da dor do amor", expondo objetos que costuram a trama literária.

Os itens em cada caixa retratam a vida turca entre as décadas de 1970 e 2000, período retratado no livro.

Alguns são referências literais, como a bolsa falsificada que faz os protagonistas se encontrarem e uma parede com 4.213 bitucas de cigarro, catalogadas uma a uma - o protagonista do livro, Kemal Basmaci, as recolhe escondido, após sua amada fumar.

Em entrevista à imprensa local, Pamuk contou que comprou o prédio enquanto ainda escrevia a obra.

"E o museu foi escrevendo o livro. Primeiro, encontrava e comprava os objetos da vida real, como os sapatos amarelos de Füsun [a amante do protagonista], para depois os descrever no livro."

Um caso de arte imitando a vida. O escritor diz que queria lançar livro e museu no mesmo dia. Não deu.

"Tive dificuldade de deixar como eu queria. Eu não dou para museólogo, é muito mais difícil do que pensava." Talvez porque seja difícil se expor: a casa é também um inventário do criador. No sótão, além da cama onde teria dormido o protagonista, estão os manuscritos do livro, escrito em folhas de papel almaço entre 2002 e 2008. No meio do caminho, em 2006, ele ganhou o Nobel, sem o qual o museu não existiria.


É que, conta ele, parte dos quase 300 mil euros (cerca de R$ 752 mil) que acompanham a láurea bancaram o museu.

"Em 2010 aceitei financiamento do governo turco, mas a coisa começou a ficar politizada demais e devolvi o dinheiro. Todo", disse à Folha.

Se o relacionamento do autor com o governo turco fosse um livro, certamente não contaria uma história de amor. "Eu tenho minhas questões com o governo", diz ele - que não está sozinho: a Federação Europeia de Jornalismo estima que 104 jornalistas e escritores estejam hoje presos na Turquia.

"Mas nem o museu nem meus livros são propositalmente políticos. Acontece que a vida é política."

 O ingresso custa 25 liras turcas, pouco menos de R$ 25, mas basta apresentar um exemplar (em qualquer língua) do livro, onde está impresso um bilhete, para entrar de graça. Nos primeiros dias os atendentes picotaram a página, contrariando orientação do livro para que ela seja carimbada -alertados, dizem que usarão carimbo.

O valor da entrada é o mesmo do romance nas livrarias locais. Vai ler ou passear?

Fonte: Folha de S. Paulo, 1.V.12 - p/Chico Felitti (de Istambul/Turquia) - Foto: Tolga Bozoglu/Efe

quinta-feira, 26 de abril de 2012

MACANUDO


Fonte: Folha de S. Paulo, 24.XII.10 e 25.I.11 - p/Liniers

Homenagem a Dicró ("sangue-bom")

quarta-feira, 25 de abril de 2012

BALA PERDIDA (microconto)



Estava a andar na calçada quando, de repente, uma bala perdida lhe acerta o peito. “Puta que pa” foram as últimas palavras que disse, após sentir o impacto.
A seguir, riu.

© MAQUINO, 25.IV.12

Baú de osSOS virTUais (com afrocano picante tutano)