Napocalíptica e catatônica (e cataátona também) criatura. Figura ímpar, pois nascida em dia&mês ímpares de 1951, ano da ‘boa ideia’. Apesar desse desiderato cósmico, não bebe destilado, só do outro − contumaz mió.
Escritor de ofício íntimo: poeta, contista e brincador de palavras (brinca a dor?). Para sobreviver: revisor e copidesque.
Formado e deformado no Rio (de Janeiro, não de a gosto). Ex-atleta de um bacharelado em Pedagogia, abandonado no 3°ano por discente repulsa ortodoxa. Amante de cães e gatas. Leitor compulsivo: de ler composição de creme dental acaso esqueça de levar jornal ou livro quando da ida ao WC.
Na mochila de couro&jeans, gasta pelos entreveros, mas forte como boi de corte, bacharelado e licenciatura plena em Letras (Português/Literatura) e pós-graduações em Administração Pública (FGV), Saúde Coletiva e Letras (UnB) − além de excêntricos títulos honoríficos e frigoríficos obtidos nas saideiras da ávida vida.
Para os invejosos exclama confiante: “Pé de pato, mangalô, três vezes!”
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